© 2023 por NÔMADE NA ESTRADA. Orgulhosamente criado com Wix.com

  • b-facebook
  • Twitter Round
  • Instagram Black Round

Fly com caiaque e a surpresa na pescaria.

30.01.2017

Pescaria é sempre uma caixinha de surpresas.
Depois de muito tempo sem escrever devido a correria do dia a dia, quero compartilhar uma pescaria que fiz, com meu caiaque. É comum, quando a gente sai para pescar, ter em mente um peixe alvo, aquele peixe que a gente gosta de ver brigar, saltar, que aproxima sorrateiramente e ataca nossa isca com vontade, que nos enche de adrenalina. Mas a situação mais prazerosa é quando acontecem surpresas! Saí para pescar com meu caiaque, nas águas da represa de Nazaré Paulista onde meu alvo seriam os tucunarés e lambaris, portanto, fui com dois equipamentos de mosca; uma vara #7 para arremessar os streamers (que são imitações de peixinhos) no caso dos tucuninhas, e uma varinha #3 para arremessar ninfas e pequenas moscas, para fisgar os lambarís. Ambos os equipamentos com linhas floating. Logo nos primeiros pinchos, num barranco com uma porção de capim na água, arremessei a mosca com a vara #3 e saiu um pequeno tucunaré, que atacou a pequena ninfa montada em doppler rig, que atacou com com vontade. A montagem doppler-rig consiste em duas moscas no tippet, uma em sequência da outra, distante uns 40cm. Isso, para mim, já foi a primeira surpresa pois até então nunca pesquei um tucunaré com ninfa. É o primeiro peixe que aparece no vídeo. Após a soltura do bocudinho, fui pinchando nas margens e, deste vez, o ponto era composto por bastante pedras e, com o equipamento #7 com um clouser-minnow trabalhado bem lento, um jacundá abocanha a mosca e corre para o fundo; é um peixe pequeno tendo em vista o tamanho da isca. Fui remando pelas águas tranquilas de Nazaré até encontrar um fundo de grota, lugarzinho promissor para se fisgar o tucunaré. Preparo a vara #7 com a clouser-minnow e dou um arremesso não muito longo, próximo da margem ao fundo da grota, começo a trabalhar a isca de forma mais ou menos rápida e, no segundo puxão um peixe bate com força na isca; pensei.... enfim um tucunaré de porte bem melhor que o outro! Mas o peixe brigava e não subia... Surpresa! Uma linda traíra. Por muita sorte a traíra não cortou a linha, pois eu estava pescando sem empate, que nunca uso quando pesco com mosca. Linda traíra... fez a festa! Pescaria boa demais. Não importa o tamanho do peixe, mas importa a forma como ele é fisgado, especialmente quando a gente fisga com moscas feitas por nós mesmo. O prazer é duplicado!

Obrigado por acompanhar o Blog!

 

 

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

POSTS RECENTES:

I'm busy working on my blog posts. Watch this space!

Please reload

PROCURE POR TAGS:
Please reload

This site was designed with the
.com
website builder. Create your website today.
Start Now